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Rede Excelsior realiza cobertura da reabertura do museu do Instituto Feminino da Bahia

A Rede Excelsior de Comunicação realizou na última quinta-feira, 5 de outubro, a cobertura da reabertura do museu Henriqueta Martins Catharino, do Instituto Feminino da Bahia, evento que faz parte da celebração do centenário do Instituto localizado no bairro do Politeama, em Salvador. O evento teve início às 16h e foi aberto ao público. O museu foi construído a partir da dedicação de Henriqueta Martins Catharino e do Monsenhor Flaviano Osório Pimentel que, movidos pela fé e pelo amor ao próximo, desejavam contribuir, de maneira concreta, para a melhoria da qualidade de vida de mulheres, e juntos, em 1923, deram os primeiros passos através da educação e da ação social

A cerimônia contou com a presença do vice-presidente do Instituto Feminino e bispo-auxiliar da arquidiocese de Salvador, dom Walter Magno de Carvalho; da diretora do Instituto, Andrea Bulcão; do capelão do Instituto Feminino, padre Danilo Pinto; além de ex-alunas e membros da comunidade.

O Instituto Feminino da Bahia foi inaugurado em 05 de outubro de 1923, como uma instituição filantrópica voltada para a educação e o desenvolvimento de mulheres, no convívio social. A princípio, chamava-se Casa São Vicente e funcionava em um casarão no Terreiro de Jesus. Na Biblioteca da Casa funcionava o Programa da Boa Leitura e cursos de curta duração eram ministrados para mulheres, como datilografia, francês e inglês. Em 1929, passou a se chamar Instituto Feminino da Bahia, com cursos formais de contabilidade, secretariado e ginasial. A quarta sede, e atual, foi construída no local do antigo Teatro Politeama, destruído em um incêndio e adquirido por Henriqueta Catharino, em 1937. Em 1950, tornou-se a Fundação Instituto Feminino da Bahia.

Em entrevista a comunicadora Patrícia Tosta, o vice-presidente do Instituto Feminino, dom Walter Magno de Carvalho, afirmou que “foi um grande esforço para podermos recuperar o Instituto”. O bispo-auxiliar de Salvador ressaltou ainda “a alegria em ver a casa reaberta com as pessoas vendo todo o trabalho que foi feito, sendo a revitalização do museu uma alegria para todos nós. A esperança está no coração”.

A diretora do Instituto Feminino, Andrea Bulcão, destacou “a alegria que é ver uma obra de Deus alcançar 100 anos” e destacou que “agora é um tempo de escuta, de Sínodo, para escutar quais são as maiores necessidades das mulheres e de como o Instituto pode fazer parcerias e alcançar essas mulheres”.

Para o padre Danilo Pinto, capelão da capela do Divino Espirito Santo, “a abertura da capelania foi o primeiro gesto no contexto deste centenário do Instituto Feminino da Bahia. Dona Henriqueta Catharino dizia, reiteradamente, que ´nesta casa onde se quer trabalhar pela glória de Deus, o seu coração é a capela´. Então, neste contexto de comemoração de um século de vida do Instituto, buscamos abrir primeiramente as portas do seu coração para posteriormente, agora em outubro, abrir as outras dependências da casa. É com grande alegria que retomamos outras atividades também da capelania, além das Missas de Sábado, às 17h, agora terão Missas também dia de terça, às 16h”.

A visitação do museu Henriqueta Martins Catharino segue aberto à visitação para toda a sociedade civil baiana e as missas na capela do Instituto, dedicada ao Divino Espirito Santo, acontece às terças e aos sábados, sempre às 16h e 17h, respectivamente.

Foto: Instituto Feminino da Bahia

 

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